Quem não se inventa não existe.

ESSÊNCIA

Que sensação rara
Do poder que me desentranha
A multiplicação das palavras
Numa intensidade estranha

Sinto a qualidade da quantidade
No grande momento orquestrado
Num invulgar silêncio
Breve de imortalidade vaiado

Sou o homem que havia exigido
Desde o inicio das minhas escrituras
Já mais contestei pontos e vírgulas
Nas entre linhas das minhas aventuras

Desembaraço-me pelos confins da poesia
Escrevendo as paginas da consciência
Ouvindo a musa que me rói o tempo
No êxtase da minha essência

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