Quem não se inventa não existe.

CRIANÇA

Que saudades sinto no peito
De quando era criança
Daquele olhar perfeito
Sem desconhecer a esperança

Eram longos os dias culpados
E curtas as noites inocentes
Os dias não eram contados
E as noites eram de outras gentes

Sonhar era ainda viver
Nas ilusões das brincadeiras
Foram fantasias a correr
Crescendo de todas as maneiras

Brincar era uma ambição
E ganância era ter amigos
Tudo era de emoção
Até mesmo os castigos

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